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Escola Judicial promove curso sobre acessibilidade e inclusão no Tribunal

Escola Judicial promove curso sobre acessibilidade e inclusão no Tribunal
Para ampliar o conhecimento de magistrados e servidores sobre a vivência de pessoas com deficiência, a Escola Judicial do TRT-1 vai promover o curso “Acessibilidade e inclusão nas rotinas do Tribunal”. As atividades telepresenciais síncronas serão pela plataforma Zoom, nos dias 9, 13 e 16 de abril, das 14h às 17h30. O curso de curta duração tem 10h30 de carga horária, e 30 vagas disponíveis. Os interessados podem se inscrever pelo site da EJ1.

A formação pretende possibilitar aos alunos a compreensão dos desafios enfrentados por este grupo de pessoas, especialmente quanto às chamadas barreiras atitudinais, que são comportamentos preconceituosos que impedem o acesso aos ambientes e o bom convívio das pessoas com deficiência na sociedade. 

Integrantes da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão do TRT-1, a juíza Glaucia Alves Gomes, diretora da AMATRA1, e a servidora do Tribunal Maria Villela de Souza Ferreira, palestrante de cursos sobre acessibilidade e inclusão, serão as docentes da formação. 

“Precisamos investir em treinamento de pessoal e adaptação dos locais de trabalho. Com isso, teremos um ambiente favorável à participação das pessoas com deficiência com o respeito às diferenças”, afirmou Glaucia, que é autora do livro “A Inserção do Portador de Deficiência no Mercado de Trabalho: A efetividade das leis brasileiras”.

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Segundo Maria Villela, o objetivo é sensibilizar os participantes sobre o tema e, através de conceitos específicos, mostrar o que é uma efetiva acessibilidade. “Quando se pensa no tema, poucos imaginam que ter uma atitude inclusiva é o mais fundamental para que haja efetivamente a acessibilidade. Não adianta ter a estrutura física, arquitetônica e tecnológica se as pessoas não tiverem um comportamento acessível.”

As aulas vão abordar, entre outros assuntos, o conceito de pessoa com deficiência, os tipos de deficiência, as barreiras sociais, os Direitos Fundamentais das pessoas com deficiência, o acesso ao mercado de trabalho, a reserva de cotas e as orientações básicas para a convivência. Além das aulas telepresenciais, debates, fóruns de ambientação, exibição de vídeos para discussão e dinâmicas de grupo farão parte do método de ensino.

“Queremos explicar, de forma mais profunda e completa, o que é preciso fazer para efetivamente produzir acessibilidade nas dependências do TRT-1, entrando em todas as esferas de atuação do Tribunal - desde a jurisdição até a convivência com os colegas e o atendimento ao público externo. Entre os tópicos de discussão, falaremos sobre pontos que impactam na jurisdição, lei de cotas, direito à educação e ao trabalho da pessoa com deficiência”, disse Maria.

Os alunos serão avaliados com base na participação durante as atividades propostas, com a indicação de “Apto” ou “Não apto”. Serão emitidos certificado na plataforma Moodle e registro no Sistema de Pessoal (Ergon), disponível para magistrados e servidores. 

Clique aqui para ler o Plano de Curso na íntegra.
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