Premiação de R$ 60 mil reconhece produções jornalísticas e iniciativas sociais com foco em direitos humanos no trabalho e inclui recortes de gênero, raça e diversidade
As inscrições para o 12º Prêmio Anamatra de Direitos Humanos, focado em ações que promovam os direitos fundamentais no mundo do trabalho, se encerram na próxima segunda-feira, 6 de julho. São aceitos projetos da sociedade civil, de pessoas físicas ou jurídicas, que se enquadrem nas categorias Cidadã ou Imprensa – esta dividida em quatro modalidades. Todos os inscritos concorrem automaticamente à categoria especial “Prêmio Gênero, Raça e Diversidade”. Magistrados do Trabalho em cargos diretivos nas Amatras ou na Anamatra não podem concorrer à premiação.
A categoria Imprensa reúne produções jornalísticas em texto, vídeo e áudio, além de coleções de fotojornalismo publicadas em veículos impressos, digitais, televisivos ou sob demanda. Já a modalidade Cidadã abrange iniciativas de pessoas físicas e organizações da sociedade civil, empresas e instituições de ensino, além de projetos vinculados ao Programa Trabalho, Justiça e Cidadania (TJC).
Entre os temas contemplados pela premiação, estão, por exemplo: educação para o pleno exercício dos direitos sociais; combate à discriminação no mercado de trabalho; inclusão de pessoas com deficiência; combate ao trabalho infantil, escravo e degradante; defesa e promoção do trabalho decente. Os projetos, de acordo com as especificações de cada categoria/subcategoria, devem ter sido executados no período compreendido entre 24 maio de 2024 a 5 de julho de 2026.
O processo de avaliação terá participação de uma comissão julgadora vinculada à área de Cidadania e Direitos Humanos da Anamatra. Os vencedores, que levam R$ 10 mil cada, serão definidos por um júri qualificado. Os finalistas serão divulgados até 1º de setembro; os premiados, até o dia 30 do mesmo mês. A cerimônia de premiação, em Brasília, está prevista para 28 de outubro.
O regulamento e demais orientações estão disponíveis no portal oficial do prêmio.
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