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Semana da Conciliação Trabalhista chega à 10ª edição em maio

Mobilização da Justiça do Trabalho terá foco em acordos e estratégia inspirada na Copa do Mundo

A Justiça do Trabalho vai promover, de 25 a 29 de maio, a 10ª edição da Semana Nacional da Conciliação Trabalhista, com mutirões que buscam a solução consensual de conflitos país afora. Coordenada pela vice-presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), a iniciativa articula os Tribunais Regionais do Trabalho para ampliar o número de acordos. A campanha deste ano adota o slogan “Um acordo muda o jogo” e associa a negociação à ideia de mudança de estratégia, com inspiração na Copa do Mundo.

Durante a cerimônia de entrega do selo “Somos Conciliadores” no TRT-1, em março, a juíza Luciana Neves reforçou a importância estratégica da Semana Nacional de Conciliação, destacando o engajamento das unidades regionais e incentivando a participação ativa de magistrados e servidores como forma de garantir maior visibilidade às ações da Justiça do Trabalho. “Não percam a oportunidade de trazer os processos para a nossa Semana Nacional de Conciliação”, reforçou Neves.

A ação nacional reforça o diálogo como mecanismo de resolução de disputas, se valendo de elementos simbólicos do futebol, às luzes da Copa do Mundo, que será disputada entre junho e julho na América do Norte, para comunicar de maneira lúdica e direta a importância da conciliação no âmbito dos processos trabalhistas. 

A participação na semana pode ser solicitada por qualquer uma das partes envolvidas, não importando em qual fase processual se esteja. O interessado deve acionar seu advogado ou procurar a unidade da Justiça do Trabalho responsável pelo caso, como varas, tribunais ou Centros Judiciários de Métodos Consensuais de Solução de Disputas para incluir o processo nos mutirões.

A coordenação nacional da ação permanece sob responsabilidade da Comissão de Promoção à Conciliação, conduzida pelo vice-presidente do TST e do CSJT, ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos.

Em 2025, a semana registrou bons resultados, com mais de 472 mil atendimentos e cerca de 100 mil audiências, com 34,5 mil acordos firmados e movimentação superior a R$ 2 bilhões. Os números consolidam a conciliação como mecanismo de redução do tempo de tramitação, diminuição de custos e preservação das relações de trabalho.

Acesse a pasta da Conciliação Trabalhista.

Com informações do TST.

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Rafael Pazos prestigia homenagem a Fabio Villela em solenidade na Câmara Municipal

Solenidade no Palácio Pedro Ernesto reúne cúpula do sistema de Justiça e evidencia a articulação entre MPT, Justiça do Trabalho e advocacia na defesa de direitos trabalhistas 

A entrega do título de Cidadão Honorário do Rio de Janeiro e da Medalha de Mérito Pedro Ernesto ao procurador-chefe da Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região, Fabio Goulart Villela, reuniu autoridades no Palácio Pedro Ernesto, no Centro do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (31). O presidente da AMATRA1, Rafael Pazos, esteve presente na homenagem, que reconheceu a atuação de Villela em defesa dos direitos trabalhistas e em favor da plena articulação entre as instituições.

“É uma honra receber esse convite do procurador Fabio Goulart, uma figura muito importante, capacitada e atuante no sistema trabalhista fluminense. O procurador-chefe é íntegro e correto nas suas atitudes. É um prazer participar desta homenagem mais que merecida”, disse Rafael Pazos, presidente da AMATRA1.

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Rafael Pazos cumprimentando Fabio Villela antes da cerimônia

A mesa de honra reuniu o presidente do TRT-1, desembargador Roque Lucarelli; o conselheiro José Ramos Pereira, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP); a vice-procuradora-geral do MPT, Teresa Cristina Basteiro; e a presidente do IAB, Rita Cortez, além do homenageado. A condução da solenidade foi realizada pelo presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, vereador Carlo Caiado.

Ao discursar, o homenageado associou o reconhecimento à atuação coletiva de membros e servidores do MPT, enfatizando a importância do diálogo entre instituições para a promoção do trabalho decente e da efetividade de direitos sociais. Ele também mencionou a cooperação com a Justiça do Trabalho e a advocacia trabalhista como elemento estruturante dessa atuação.

Ao abordar sua trajetória, evidenciou a influência familiar nesse percurso ao afirmar: “Meus pais foram servidores da Justiça do Trabalho. Somos servidores desta Justiça que busca a concretização dos direitos fundamentais da classe trabalhadora, da chamada ordem justa”. 

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Fabio Goulart Villela ao lado da esposa e do filho, recebendo a Medalha Pedro Ernesto e Título de Cidadão Honorário do Rio das mãos do vereador Carlo Caiado

Durante a solenidade, autoridades ressaltaram a atuação de Fabio Goulart Villela ao longo de mais de duas décadas no Ministério Público do Trabalho, com passagem por diferentes regiões do país e desempenho em funções de liderança, incluindo a chefia da Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região. Também foi destacada a participação do procurador em iniciativas de combate a irregularidades trabalhistas e sua interlocução com diversas instituições públicas.

A Medalha de Mérito Pedro Ernesto constitui a principal honraria concedida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, destinada a reconhecer personalidades e instituições por serviços prestados à sociedade carioca. O título de Cidadão Honorário, por sua vez, é outorgado a pessoas nascidas fora do município que tenham contribuição relevante para a cidade.

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Pesquisa da Anamatra fará diagnóstico sobre magistratura trabalhista

Levantamento nacional reúne percepções sobre condições de trabalho e pertencimento; formulário segue até 11 de maio

A Anamatra iniciou uma nova etapa de coleta de dados para mapear as condições de trabalho da magistratura trabalhista. Em parceria com o Insight Data Science Lab da Universidade Federal do Ceará, a associação realiza a pesquisa “Condições de Trabalho da Magistratura Trabalhista” entre 20 de março e 11 de maio de 2026, por meio de formulário eletrônico, com o objetivo de identificar a percepção da categoria sobre o ambiente de trabalho, o sentimento de pertencimento à carreira e as adversidades enfrentadas, a fim de subsidiar a adoção de políticas institucionais.

A iniciativa mobiliza magistradas e magistrados em atividade em todo o país e estrutura um retrato institucional a partir de experiências diretas. O estudo incorpora recorte específico de gênero e orienta a formulação de medidas administrativas e institucionais.

O levantamento integra as diretrizes da gestão 2023/2025 da entidade e incorpora contribuições da Comissão Anamatra Mulheres, que viabiliza uma abordagem específica sobre os desafios vivenciados por magistradas. A estrutura do questionário inclui uma seção exclusiva voltada a esse público, com foco nas particularidades da trajetória profissional feminina.

A coordenação técnica adota metodologia científica desenvolvida pelo laboratório da UFC, responsável por garantir consistência analítica aos dados coletados. A iniciativa também projeta o uso dos resultados para embasar encaminhamentos junto a autoridades e órgãos competentes.

A participação exige validação por CPF, medida que restringe o acesso ao público-alvo de associadas e associados em atividade, sem permitir identificação individual. O tratamento das informações assegura anonimização integral e divulgação apenas em formato agregado, com percentuais.

O procedimento observa as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados e estabelece termo de consentimento específico, que delimita a finalidade do uso dos dados e garante a possibilidade de recusa ou desistência a qualquer momento. O preenchimento ocorre de forma individual e leva entre 10 e 15 minutos.

Com informações do Anamatra

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