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Desembargador Gustavo Tadeu lança segundo livro de contos

Desembargador Gustavo Tadeu lança segundo livro de contos
Capa do livro “A culpa deve ser do sol” + Desembargador Gustavo Tadeu/TRT-1

 Em obra, que será apresentada na Livraria Leonardo da Vinci, autor propõe olhar literário sobre temas sociais, subjetivos e cotidianos

O desembargador Gustavo Tadeu, associado da AMATRA1, lançará seu segundo livro de contos na próxima quinta-feira (7), às 17h, na Livraria Leonardo da Vinci, na Avenida Rio Branco, 185, subsolo, no Centro. A obra “A culpa deve ser do sol” é dividida em três partes, que abordam críticas sociais, reflexões existenciais e situações do cotidiano. 

O autor retoma a publicação de contos quatro anos após sua estreia na literatura, marcada por forte influência de sua formação acadêmica e trajetória pessoal.  O livro foi organizado por temas. A primeira parte, intitulada Cálice Amargo, apresenta narrativas com forte conteúdo social, que tratam de violência, feminicídio, estupro e racismo. A segunda, chamada Mistério, reúne textos que têm foco na introspecção dos personagens. A última seção aborda situações cotidianas que revelam contradições humanas. “Procuro caminhar por essa trilha, tendo como pano de fundo uma sociedade ocidental judaico-cristã, com seus valores em torno de religião, família, amor, pecado e culpa”, afirmou.

Gustavo explicou que os contos foram escritos principalmente durante atividades da Oficina Literária do professor Ivan Proença, da qual participa regularmente. Ele também afirmou que a motivação para publicar o segundo volume veio do retorno positivo de sua obra anterior, “O Futuro Te Espera”. “Isso me deu ânimo e também mais segurança para publicar esse segundo livro”, disse.

O lançamento do novo título também terá um papel de promover encontros,  segundo o autor. “É um momento de congraçamento mesmo, de conversa, de bate-papo, de confraternizar com amigos e leitores”, destacou. 

Apesar de temas sociais e jurídicos aparecerem nas narrativas, o desembargador enfatizou que não há intenção de estabelecer conexões diretas com sua atuação profissional. “Minha escrita é absolutamente literária, não tem nenhum viés jurídico. O que tem de jurídico nos contos são questões mesmo do dia a dia de qualquer cidadão”.

Gustavo Tadeu é doutor em literatura brasileira pela PUC-Rio. Segundo ele, a escrita sempre esteve presente em sua vida, ainda que caminhando junto com as demandas da magistratura. “Consegui fazer isso em meio à atividade da magistratura, que continua firme e forte”, observou o desembargador. Os textos foram escritos em oficinas literárias com temas livres sem relação com o exercício da magistratura. 

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